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PÍLULAS DA DRA. FÚLVIA MARIA

Espaço para divulgação de informações sobre plantas medicinais, terapias holísticas, Full Therapy, terapia Floral F-Core, além de pensamentos e impressões pessoais da vida sob a ótica da Dra. Fúlvia Maria.
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Cansaço ou altas habilidades?
Quando uma mulher começa a questionar como funciona

“Quando a exaustão leva uma mulher a perguntar se existe algo sobre seu modo de funcionar que nunca foi compreendido.”
Quando passar a vida tentando se adaptar pode esconder uma parte importante de quem você é
Você vive cansada.
Mas não sabe explicar exatamente por quê.
Não é apenas sono.
Não é necessariamente falta de disposição.
Às vezes, é a sensação de que pensar, sentir, perceber e fazer tudo ao mesmo tempo exige um esforço que ninguém parece enxergar.

Você aprende rápido, percebe detalhes, faz associações que outras pessoas não fazem, tem muitos interesses, muitas ideias e uma necessidade quase permanente de compreender as coisas profundamente.

Ao mesmo tempo, pode sentir dificuldade para desligar a mente, organizar tantas possibilidades ou simplesmente se sentir pertencente.
E então surge uma pergunta:

Será que é apenas cansaço?
Ou será que existe algo sobre a maneira como eu funciono que nunca compreendi?

Essa pergunta merece ser feita com cuidado.

No Brasil, o conceito de Altas Habilidades ou Superdotação (AH/SD) ganhou recentemente uma definição legal mais específica.
A Lei nº 15.436, de 17 de junho de 2026, define AH/SD como uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada, entre outros aspectos, por potencial intelectual elevado, intensa curiosidade, elevada capacidade de aprendizagem e profundo envolvimento em temas de interesse.
A própria legislação também menciona que essas características podem ser acompanhadas de alta sensibilidade e intensidade emocional.

“É aquela pessoa que tira as melhores notas.”
Não necessariamente.
Altas habilidades podem se manifestar de diferentes formas e em diferentes contextos. E potencial não é a mesma coisa que desempenho constante.
Uma pessoa pode apresentar grande capacidade em determinada área e, ainda assim, encontrar dificuldades em outras.

E por que algumas mulheres só começam a pensar nisso na vida adulta?
Essa é uma questão particularmente interessante.

Um estudo brasileiro publicado na Revista Brasileira de Educação Especial acompanhou duas mulheres, de 47 e 50 anos, identificadas com altas habilidades/superdotação somente na vida adulta.

As pesquisadoras observaram que, mesmo depois da identificação formal, as participantes ainda apresentavam dificuldades para reconhecer e aceitar suas próprias características de AH/SD.
O estudo é pequeno — apenas duas participantes — e, portanto, não permite generalizações para todas as mulheres.
Mas ele mostra algo importante:
a identificação pode modificar a maneira como uma mulher interpreta a própria história.
Características que antes pareciam estranhas ou difíceis de compreender podem começar a fazer sentido dentro de uma nova compreensão de si mesma.

“Você pensa demais.”

Quantas mulheres cresceram ouvindo frases como:

“Você complica tudo.”

“Você pensa demais.”

“Você é sensível demais.”

“Você quer saber o porquê de tudo.”

“Você tem potencial, mas precisa se organizar.”

“Você começa mil coisas.”

“Você deveria simplesmente relaxar.”

Essas frases, isoladamente, não identificam altas habilidades.
Mas podem fazer parte da história de uma pessoa que passou anos tentando compreender por que funciona de uma maneira diferente das pessoas ao seu redor.

E existe uma diferença importante entre:

ter muitas capacidades e conseguir transformar todas elas em desempenho organizado e constante.

A literatura científica sobre adultos com altas habilidades ainda é limitada em diversas áreas. Uma revisão sistemática de 2022 analisou 40 estudos sobre a situação profissional de adultos com altas habilidades e destacou justamente a escassez de pesquisas confiáveis em comparação com a quantidade de estereótipos existentes sobre essas pessoas.

Isso significa que precisamos ter cuidado com afirmações como:

“Todo superdotado sofre burnout.” ou 

“Toda pessoa com altas habilidades é emocionalmente intensa.”

Essas generalizações não são sustentadas pela evidência disponível.
E quando a mulher também é autista?
Aqui entramos em outro campo que vem recebendo crescente atenção científica: o autismo em mulheres e o diagnóstico tardio.

Pesquisas mostram que algumas mulheres autistas utilizam estratégias de camuflagem social — isto é, estratégias conscientes ou inconscientes para esconder, compensar ou adaptar características autistas durante as interações sociais.

Uma revisão sistemática publicada em 2021 analisou 13 estudos empíricos sobre camuflagem em mulheres autistas e encontrou evidências de que esse fenômeno pode funcionar como uma estratégia adaptativa, embora também possa trazer consequências negativas para a vida cotidiana.

Outra mais recente sobre procedimentos diagnósticos também aponta que algumas mulheres podem passar despercebidas porque seus comportamentos observáveis não correspondem aos estereótipos tradicionais de autismo. A camuflagem pode dificultar o reconhecimento das características durante avaliações breves.

E uma revisão sistemática publicada em 2026 encontrou, entre os estudos analisados, evidências consistentes de atraso diagnóstico em meninas e mulheres, menor sensibilidade de alguns instrumentos para apresentações menos externalizantes e participação da camuflagem nesse processo.

Isso ajuda a compreender por que algumas mulheres chegam à idade adulta dizendo:

“Passei a vida inteira tentando descobrir como deveria ser.”

Quando a adaptação também cansa
Imagine passar anos observando as pessoas ao redor para descobrir:

Para algumas mulheres autistas, essa adaptação pode envolver camuflagem social.

Uma revisão integrativa publicada recentemente reuniu 28 estudos, envolvendo 2.669 participantes, e identificou diferentes estratégias de camuflagem, incluindo imitação e supressão de comportamentos. Os autores também discutem associações entre camuflagem e resultados negativos de saúde mental, embora ressaltem que a relação causal não está completamente estabelecida.

Portanto, não podemos afirmar:
“A camuflagem causa exaustão.”
Mas podemos dizer que há evidências de associação entre camuflagem e sofrimento/exaustão em parte das pessoas estudadas.
Essa diferença entre associação e causalidade é fundamental quando queremos falar de saúde com responsabilidade.
Altas habilidades, autismo e a chamada dupla excepcionalidade
Existe ainda uma possibilidade que merece atenção: uma pessoa apresentar altas habilidades/superdotação juntamente com outra condição do neurodesenvolvimento.

A legislação brasileira de 2026 passou a utilizar expressamente o conceito de dupla excepcionalidade, citando como exemplos TEA, TDAH, dislexia e outras condições.

Isso ajuda a romper uma ideia equivocada: 

“Se ela tem muita capacidade, não pode ter dificuldades importantes.”

Pode. E como pode!

Capacidade elevada em determinada área não elimina necessariamente dificuldades em outra.
Uma pessoa pode ser extremamente competente profissionalmente e, ao mesmo tempo, enfrentar dificuldades significativas de organização, regulação, interação social, sobrecarga sensorial ou adaptação.

Potencial e dificuldade podem coexistir.

Mas então: cansaço ou altas habilidades?
A resposta mais honesta é:
não dá para descobrir isso apenas pelo cansaço.
Cansaço é um sintoma inespecífico e pode ter inúmeras causas.
Sono inadequado, estresse, condições clínicas, alterações hormonais, sobrecarga profissional, questões emocionais, medicamentos, alimentação, sedentarismo e diversas outras situações podem contribuir para fadiga.

E há uma diferença importante entre cansaço cotidiano e burnout ocupacional.

A Organização Mundial da Saúde classifica o burnout na CID-11 como um fenômeno ocupacional, relacionado ao estresse crônico no trabalho que não foi adequadamente administrado. Seus três componentes são exaustão, distanciamento mental/negativismo em relação ao trabalho e redução da eficácia profissional.

Portanto, nem todo cansaço é burnout.
E nem burnout significa altas habilidades.
Talvez a pergunta mais interessante seja outra.

Em vez de perguntar apenas:
“Por que estou tão cansada?”
talvez algumas pessoas possam acrescentar:
“Como eu funciono?”
“Como aprendo?”
“Como percebo o mundo?”
“Por que determinadas situações me sobrecarregam?”
“Por que preciso compreender profundamente algumas coisas?”
“Por que tenho tantos interesses?”
“Por que algumas situações sociais exigem tanto esforço?”
“Por que sinto que passo tanto tempo tentando me adaptar?”
“Existe alguma característica minha que nunca foi compreendida?”

Essas perguntas não são um diagnóstico.
São perguntas de autoconhecimento.
E, quando existe sofrimento significativo ou suspeita de uma condição do neurodesenvolvimento, a investigação deve ser feita por profissionais habilitados.
Talvez você não precise se esforçar mais para caber
Para algumas mulheres, compreender uma característica que esteve presente durante toda a vida pode trazer uma nova maneira de olhar para a própria história.

Não significa colocar um rótulo em tudo.
Não significa transformar toda diferença em diagnóstico.
E também não significa concluir que todo cansaço é consequência de altas habilidades ou autismo.
Significa abrir espaço para uma pergunta mais gentil:

“E se eu passar menos tempo tentando descobrir como deveria ser e mais tempo aprendendo como realmente funciono?”

Talvez compreender-se seja o primeiro passo para fazer escolhas mais coerentes com quem você é.
E onde entra o Coragem F-Core?

O Coragem foi estruturado como uma jornada de autoconhecimento e movimento, organizada em quatro etapas:
REVELAR A AÇÃO → COMPREENDER → FOCO → CORAGEM
A proposta não é diagnosticar.
Não é tratar uma condição do neurodesenvolvimento.
E não substitui avaliação ou acompanhamento profissional.
É uma proposta de olhar para dentro, organizar aquilo que está pedindo atenção e encontrar espaço para o próximo passo.
Porque, às vezes, antes de perguntar:
“Como faço para produzir mais?”
talvez seja necessário perguntar:
“O que eu ainda não compreendi sobre mim?”
🤍 Coragem F-Core 

Para quem está pronta para olhar para dentro e voltar a se movimentar por dentro.

Escrito por Fúlvia Maria farmacêutica, dra em Ciências
Terapeuta Fulltherapia
Sistematizadora do Floral F-Core

Fontes e leituras recomendadas:

•BRASIL. Lei nº 15.436, de 17 de junho de 2026. Institui a Política Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação; cria o Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação; e altera a Lei nº 11.578, de 26 de novembro de 2007. Brasília, DF: Presidência da República, [2026]. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/l15436.htm>. Acesso em: 25/09/2026.

•BRASIL. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Qual a definição de estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação (AH/SD)? Brasília, 2026. Disponível em: https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/censo-escolar/educacao-especial/qual-a-definicao-de-estudantes-1. Acesso em: [25/09/2026].

•PÉREZ, Susana Graciela Pérez Barrera; FREITAS, Soraia Napoleão. A mulher com altas habilidades/superdotação: à procura de uma identidade. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 18, n. 4, p. 677-694, out./dez. 2012. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-65382012000400010. Acesso em: [13/09/2026]

•SCHLEGLER, Maren. Systematic Literature Review: Professional Situation of Gifted Adults. Frontiers in Psychology, v. 13, p. 1-13, 18 maio 2022. Disponível em: https://doi.org/10.3389/fpsyg.2022.736487. Acesso em: [25/09/2026].

•TUBÍO-FUNGUEIRIÑO, M. et al. Social camouflaging in females with autism spectrum disorder: A systematic review. Journal of Autism and Developmental Disorders, v. 51, n. 7, p. 2190–2199, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s10803-020-04695-x. Acesso em: [23/09/2026].

•COOK, Julia; HULL, Laura; MANDY, Will. Improving Diagnostic Procedures in Autism for Girls and Women: A Narrative Review. Neuropsychiatric Disease and Treatment, v. 20, p. 505-514, 2024. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10926859/. 

•ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). CID-11: Burnout é um fenômeno ocupacional. Genebra: OMS, 2019. Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/28-5-2019-cid-burnout-e-um-fenomeno-ocupacional. Acesso em: [25/09/2026].t, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.

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AdoceSuaVida! 


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Vamos turbinar o sistema imunológico!?

Você já deve ter visto, ouvido alguma coisa sobre o assunto do momento, a explosão de casos da “varíola do macaco”. Tem tanta desinformação que achei importante partilhar um pouco sobre esta zoonose, um vírus da família da varíola que está infectando humanos. 

Calma, não é caso de gerar pânico, mas a prevenção é sempre bem vinda.

A contaminação é por contato, desde lençol, roupas, copos, então, manter certa distância é recomendável, além de sempre lavar as mãos com água e sabão. 

 

Mas razão principal desse post é para propagar algumas dicas que faço pessoalmente e indico para a minha família. 

 

 

Vamos turbinar o sistema imunológico!? É a nossa melhor defesa no momento. 

Esta é a listinha aqui de casa: 

  1. Vitamina D3 . 2000 UI diárias em gotas, gelatinosa ou uma sublingual (ver a orientação do fabricante)
  2. Vitamina K2 – siga a orientação do fabricante.
  3. Magnésio – hoje você encontra três a cinco magnésios juntos, prefira esses ou o que você encontrar na farmácia e o que couber no seu bolso. 
  4. Zinco – o que tiver na farmácia.
  5. Própolis –  duas cápsulas ao dia ou 30 gotas diárias. está gripada? dobre a dose.

“Você pode usar um multivitamínico de A-Z de boa marca e tem Própolis em drágea com Zinco (essa própolis é boa para crianças acima de 5 anos).”

A mpox dá fadiga, febre alta, dor de cabeça e muscular, até parece uma gripe. Incha os gânglios, vesícula e dá muita coceira. Atenção: A casquinha também propaga o vírus. 

Contaminou? Ou está gripada? 

Não entre em pânico, busque ajuda médica. Reforce a Vitamina D3 e Zinco, aumente a dose de própolis para 160 gotas diárias, passe amido de milho na pele e enxágue no banho com chá de camomila.

Mas de coração, espero que você reforce seu sistema imunológico e não se coloque em situações de risco. Roupas compridas também ajudam a proteger. Ensine as crianças a não ficarem tocando tudo, como as barras dos freezers de mercado, prateleiras e etc. Eu tenho criança pequena e sei do desafio de ensinar que barras e corrimãos não são brinquedos.

Que isso seja bem passageiro.

E se precisar de alguma orientação, me chame lá no whatsApp.

Continue cuidando da ansiedade e angústia, pois elas enfraquecem nosso sistema corporal.

Abraço virtual bem apertado.

Fúlvia Maria

 

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Karma é o que você colhe após plantar. A vida é um eterno, plantar e colher.

É sempre clichê o final de ano.

Todo final de ano essa questão de fazer a lista para o ano Novo, ficar prometendo mudanças e geralmente essas mudanças não acontecem. Mas é melhor do que não fazer nada!

Pode fazer vários nadas para mudar de ano, para começar  01 de janeiro de 2024, mas os vários nadas não dá nada como resultado. 

Óbvio ? Será?!?

Eu gosto dos rituais. Eu  acredito que o ritual transforma pequenas ações, ele promove pequenas mudanças dentro da gente, mas um bom ritual é aquele que é feito diariamente mudando o jeito de pentear o cabelo, bebendo mais água de manhã. Eu gosto dos rituais de final de ano.

Eu gosto da carta de final de ano.

Sabe por quê? Porque você faz a carta, deixa no seu caderno ou deixa na sua carteira. E aí você vai vendo o que que foi possível, o que não foi possível mudar. O que que aconteceu para que aquela questão que você tinha marcado lá, o que que aconteceu que atrapalhou que não aconteceu? 

Eu acredito que o grande impacto para  nossa vida é mudar hábitos.  Parece fácil! Mas é muito difícil mudar um hábito que impacta a nossa saúde. E mudar Hábitos é o que fará toda a diferença.

E para você que já faz parte do nosso Jardim F-Core®

Que já colocou o floral na sua vida, use o seu kit como é proposto, se permitindo tomar mais gotinhas para ansiedade, mas como tratamento, não só quando está em crise!

Muitas pessoas deixam as gotinhas, as medicações para a crise de ansiedade. O ideal seria cuidar diariamente da nossa ansiedade, para aí sim sentir uma diferença na vida.  

Desejo que em 2024 você adoce e torne a sua vida mais leve.

E é aí que o floral F-Core® te ajuda a adoçar o coração, e para tirar essa irritação temos uma jornada para o AUTOCONHECIMENTO, o Despertar do Coração 7.9, por nove semanas te proporciona uma alteração de hábitos, que é aquele tempinho que você usa para cuidar de você, parece pouco mas que fará grande mudança na sua vida! 

E não dá para fazer vários nadas e esperar uma grande mudança na nossa vida.

Precisamos fazer várias “pequenas” alterações, para aí sim, esperar a mudança na nossa vida.

E uma vida boa se constrói diariamente com pequenas mudanças diárias.

A genética é importante? sim, mas com bons hábitos diários, é possível silenciar genes que nos adoece. 

Invista, reforça, pequenas mudanças de hábitos em 2024.

Cuida da sua porção “criança ferida” para fazer a diferença na sua vida e na sua casa.

Que 2024 seja doce e leve! e

 

Um abraço virtual bem apertado,

Dra. Fúlvia Maria

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Mês de agosto é sempre caótico?!

Dizem que é um ano em um mês. Que demora muito para passar.

Mas o que tem nesse mês de especial é o Dia dos Pais. E para mim é mais especial porque é o mês do aniversário do meu finado pai. Um mês com muitos sentimentos amadurecidos. Sim, amadurecidos pois ao longo de quase meio século de vida, eu passei por diferentes fases de sentimentos pelo meu próprio pai. Na infância, o pai divertido, na adolescência, um homem exagerado em tudo, na maneira de querer viver bem, no excesso de zelo e excesso de distanciamento afetivo. Na fase adulta, um homem esmagado pelas suas escolhas.
Mas será que ele teve escolhas ou apenas reagia com suas próprias ferramentas vividas?
Foi quando assinei o seu atestado de óbito que me caiu umas fichas. Meu pai não tinha o nome do seu pai no seu RG. E foi aí que tudo fez sentido. Como que eu gostaria de ter conversado com ele sobre isso, “seus sentimentos”. A vida é mesmo assim. Sou de uma geração onde os pais se mantêm em distanciamento dos filhos para não perder a autoridade. Uma criação sem diálogos, sem saber das suas histórias, sonhos, medos, mas repleta de broncas e falta de abraços. Posso arriscar e dizer que é o resumo de uma boa parcela de famílias brasileiras. Ainda bem que a ciência do desenvolvimento neural infantil está ai para mudar isso. Este assunto fica para outra oportunidade.
Quando meu pai faleceu, eu tinha voltado da Itália e defendido meu doutorado. Estava me preparando para voltar para a universidade italiana, mas diante dessa mudança repentina, decidi ficar no Brasil. Isso foi em 2012, ele tinha 59 anos, infartou e partiu em menos de 10 dias. Um susto que ninguém está preparado.

Você deve estar se perguntando porque estou falando sobre isso.
Agora que ele se foi, as memórias ficam mais doces, os excessos fazem sentido quando olho para a sua própria dor. E sem dúvida, ele faz falta e seria um avô muito amoroso para a minha filha, só não teve tempo. 

Tudo isso para te mostrar que mesmo com mais de 20 anos como terapeuta, com acesso a várias formações diferentes, profissionais incríveis ao longo da minha jornada. Só quando eu olhei para a história de vida do meu pai, e da minha mãe também, foi que eu percebi realmente a porção humana deles. Que eles também passaram pelos dramas da história familiar. E é isso que te convido a abrir espaço na sua vida. Olhar para os seus pais com acolhimento, igual fazemos com os amigos que cometem um deslize com a gente. Com generosidade, pois eles também têm suas histórias tristes.

A intenção é trazer para a reflexão, ninguém vem nesse mundo se não for através de um vaso e uma semente, e que dentro deste vaso junto com esta semente, se formará um novo ser. E é neste momento que muitos estão, a semente se esquece do fruto, esquece da responsabilidade que é cuidar do seu próprio fruto, assim como o vaso, que também se esquece do fruto, se esquece da sua responsabilidade com esse fruto, e nesse ciclo o fruto passa uma vida inteira desejando o acolhimento, o respeito e o ser visto pela semente e pelo vaso.
Aqui não é a questão de quem dá amor e de quem cria. O vaso sabe da sua responsabilidade de transporte para este mundo através da semente, a semente sabe da sua responsabilidade, mas não cumpre o seu papel. Muitos vasos e muitas sementes ainda estão vivendo neste mundo como frutos, aguardando o reconhecimento, aguardando o pertencimento pelo seu próprio vaso e semente.

Essa é uma dor muito latente no coração das pessoas. Muitos frutos, ou seja, muitas pessoas estão aguardando o pertencimento, o reconhecimento, pelo seu pai, semente, ou pela sua mãe, vaso.

E muitas pessoas, muitos frutos, vivem a vida sem avançar na condição de vaso ou de semente, deixando o seu próprio fruto, gestado, criado, aguardando também o reconhecimento.

Só o amadurecimento de cada vaso e de cada semente, para perceber a responsabilidade de gerar um fruto e tomar o seu lugar de criadores de paz, de tranquilidade e acolher o fruto gestado, o fruto criado, assim, diminuir a possibilidade de gerar a dor de não se sentir pertencente. Não é sobre amor, esse amor romântico de pai e de mãe, é sobre pertencer, é sobre saber de qual árvore você veio e se sentir respeitado por esta árvore. Saber da sua origem!

E quando o fruto honra a sua árvore, a sua origem, a sua vida flui melhor. Mesmo que  não tenha sido o ideal, mesmo que tenha dores causadas por um/outro, ou pelos dois. Quando o fruto entende que cada um só dá o que tem e que cabe a ele fazer o seu melhor com aquilo que recebeu ou melhor, fazer diferente com aquilo que recebeu, a vida acontece! 

A prosperidade e a abundância acontecem para aqueles que compreenderam que respeitar, que honrar a sua árvore de origem, honrar o seu vaso e a sua semente faz com que quebre velhos ciclos viciosos, quebre o ciclo da dificuldade, abrindo espaço para abundância, para a saúde e para a cura de si, de quem veio e de quem virá. 

Imagem: br.freepik.com

Faça a SUA Árvore da Família, copie e cole as fotos dos seus familiares.  A vida merece ser mais doce. 

Não é sobre amar o pai e a mãe, mas respeitar a história de cada um e entender que cada um dá aquilo que vai dentro de si. Como costumo dizer, ninguém oferece milho, tendo apenas feijão. E cabe a cada um plantar o seu próprio milho, e quem sabe, doar um pouco desse milho para quem deveria dar, mas não tinha. Chamo isso de generosidade afetiva, outros chamam de perdão.

E se engana quem acha que eu “defendo” ficar sendo maltratado por quem deveria nos amar. Mais uma vez, não é sobre amor.
Honrar pai e mãe é saber da sua origem, saber da substância de que somos feitos. E se não cuidar, adubar, tirar as ervas daninhas, continuaremos o ciclo de árvores rústicas, com flores sem beleza ou sem frutos nutritivos.
O que defendo, quando possível, aceitar a natureza humana dos seus. Aceitar que ninguém é perfeito. Poderia ser melhor? Poderia, com autodesenvolvimento e muita disposição para terapia. Mas esse negócio de terapia, ho’oponopono, autodesenvolvimento é muito moderno. Não era possível na época dos nossos pais.

Mas e os perversos? Também merecem o nosso perdão?

Não é perdoar, é aprender a não se odiar pela sua origem. Pois não tem como mudar de quem viemos, mas tem como mudar o que sentimos em relação a esse passado, meu convite é para despertar e alimentar o seu amor próprio, focar mais em você. Se você veio de uma família disfuncional, é seu desafio gerar uma família funcional a partir de você. Não necessariamente ter filhos, mas cuidar como se você fosse semear novas sementes, com mais material amoroso.
Não tem como alterar o passado. A história é da maneira que aconteceu. O que você pode fazer é alterar o seu presente, limpando as ervas daninhas, colocando cada um no seu lugar.
E se você conseguir almoçar com os seus num domingo, você é um vencedor. Se você veio de uma família funcional (neuro compatível), você tirou a sorte grande na vida. 

Nunca se esqueça de que cada um dá na exata medida do que tem dentro do coração e cabe a você como adulto semear o que estiver “faltando”. A terapia ajuda imenso. Acredito que só a terapia é caminho seguro.

Cuide de você com amor e tranquilidade.

Um abraço virtual bem apertado, 

Fúlvia Maria 

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O AUTOAMOR deveria ser celebrado diariamente!

É verdade, não de uma maneira tóxica, mas sim de uma forma leve, onde conseguimos olhar no espelho e saber quem somos, qual é o nosso limite e reconhecer quando somos amadas de verdade, ou estamos em relações com pessoas manipuladoras, narcisistas, e não falo apenas das relações amorosas, e sim de qualquer relação afetiva, seja dentro da família, na escola, no trabalho, nas nossas amizades. 

Parecem ser dinâmicas diferentes mas não são, quando estamos mais fragilizadas ou quando acreditamos que não merecemos ser amadas/respeitadas aceitamos e mantemos situações que nos ferem, machucam a nossa alma, o nosso “coração”, nos amargurando, e quando permanecemos nesse ciclo de desrespeito nossa vida fica emperrada. 

Você se sente assim? conhece alguém que vive essa dinâmica de aceitar “pouco” porque acha que não merece mais? 

Então, no mês dos Namorados vamos celebrar o AutoAmor, para que tudo flua melhor, para vivermos nossa melhor versão e quem sabe, encontrar um bom par para seguir com a vida.

E para quem precisa de uma ajudinha para ativar o Autoamor veja este recadinho.

Para alimentar o AutoAmor dentro do nosso coração, quero te contar que o tratamento Boa Forma F-Core® não está relacionado apenas com a forma física, mas com a nossa energia interior, aquela energia que faz com que escolhemos melhor nossos alimentos físicos e emocionais. A energia interna que ajuda no nosso amadurecimento de fazer o que não gostamos, mas que é necessário, como beber água e fazer exercícios físicos.

Vai ajudar também quem está com cansaço físico e mental. 

Para aliviar o cansaço físico, temos que dormir melhor, uma boa noite de sono nos renova, não é verdade?!

E com o cansaço emocional você se sente esgotada, você dorme pior, com o tempo já não sabe se está exausta física ou emocionalmente. 

Mas o que gerou isso foi o estresse emocional. Por isso é importante cuidar da causa.

Estar em boa forma não é só sobre emagrecimento.
Mas estar com saúde mental e física em equilíbrio.
Estar bem consigo mesmo e ter energia Vital para viver plenamente.
Quando estamos bem, tudo flui melhor, a vida se desenrola, a energia encontra pares favoráveis para dar certo.

Veja se faz sentido para você.  

Cuide de você com amor e tranquilidade.

Um abraço virtual bem apertado, 

Fúlvia Maria 

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Mãe tem dia de folga?

Quando se fala em dia das mães eu sempre fico pensando naquelas mães sem rede de apoio, daquelas mães solos de fato, as mães solo com a casa cheia, e o que sustenta essas mães, a maioria exaustas, a maioria a beira de um ataque de nervos, com muito estresse, cansaço extremo.

Partilho como foi minha jornada. 

Como sempre falo, cansaço extremo não é bom conselheiro, faz com que a gente perca a paciência. 

Queremos dar conta de tudo, mas essa é uma tarefa impossível, principalmente se não temos uma rede de apoio razoável, e se a condição financeira aperta. Éhh, as coisas não são tão simples, e eu vou falar daquilo que eu vivenciei, eu sou uma mãe há seis anos,  sem rede de apoio e não falo isso para que você tenha pena de mim, é a minha realidade.  O que me sustentou nesses anos foi o meu floral, eu usei todos os florais, fui fazendo, passando pela jornada terapêutica de cada tratamento. 

Comecei pelo Coragem, que olha para o trauma, medo. Para a ajudar na amamentação fiz o Despertar da Alegria, e depois fiz o Bons Sonhos, porque eu precisava de “tudo” eu estava depressiva e exausta, não conseguia dormir, minha filha nunca teve uma noite de sono razoável por conta da alergia alimentar, uma alergia importante a trigo e leite, a proteína do leite, e isso fez com que eu tivesse um puerpério terrível, e aqui estamos, seis anos que agora começa a outra fase, com outros desafios. 

E não sou só eu que digo, realmente essa ansiedade gerada pelo medo de errar foi amenizada com o uso do floral. Posso dizer que foi o que me ajudou a passar pelos piores momentos. O meu puerpério foi muito desafiador, quando dei por mim desesperada, fiz o Coragem, para traumas, e o Despertar da Alegria,  porque eu entrei no processo de depressão pós-parto, este me ajudou muito na amamentação. 

Para cada situação tem um floral que pode ajudar: 

Se você é mãe de filhos grandes e está aí num processo de separação do marido, processo do ninho vazio, é o Coragem.  

Ou se você é mãe de filhos grandes, mas está triste, sofre com fibromialgia, depressão, o ideal é o Despertar da Alegria. 

E para você, mãe de filhos adultos, já na maturidade, enfrentando uma menopausa difícil, ou nunca se sentiu amada, não teve muita sorte com amor é o Energia Feminina, porque afinal ser mãe é enfrentar as fases do puerpério, da adolescência, da maturidade, e mãe nunca deixa de ser mulher. 

E para as mães sortudas, que tiveram todo carinho, toda uma rede de apoio, mas mesmo assim tem uma certa dificuldade porque somos humanas e temos as nossas dificuldades,  apesar de tudo e não tem “dor maior ou dor menor” pode ser o Bons Sonhos, que é o “Para todos os sintomas”,  fibromialgia, emagrecimento, angústia, um pouquinho de dificuldade de dormir e de relaxar. 

Mães, se não quer um tratamento, temos o Fórmula de Urgência, é para tudo, é para quem não precisa de um “afago” na alma.

Viva o Dia das Mães, que este dia sirva para lembrar de que mãe não tem folga.
Viva as mães, mesmo aquelas mães exaustas, que perderam a paciência, no final ela fez o melhor dela. 

E para quem sente que não tem nada para celebrar neste dia procure se harmonizar com a sua mãe, apesar de tudo ela te deu a vida e nada é maior que a vida!

Um abraço fraterno,
Fúlvia Maria

Coloque um pouco de doçura na sua vida com o Floral F-Core®


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